domingo, 5 de maio de 2013

VALENDO!

*música da banheira do gugu*

A partir de quando um namoro começa a valer?
Desde a hora que aceita e muda o status do facebook? Depois de um mês quando todos os amigos mais chegados e as ex paqueras sabem do ocorrido?
Quando começa a valer?
A confusão é que, já que não se sabe quando começou a valer, as coisas ficam estranhas quando são 'descobertas'. Uma coisa que fulano fez em junho, um mês depois do começo do namoro, afeta tanto quanto agora depois de quase um ano? E com três dias? Ou não vale isso e só começou a valer de vera quando completou-se seis meses de namoro. Foi quando apresentou aos pais? Foi quando o gato da casa roçou nas suas pernas no meio do almoço de domingo? Foi quando a avó dele balançou a cabeça positivamente depois de analisar a sua relação corporal entre quadril e cintura? Uma boa parideira é sempre bom ter na família.
É possível levar um relacionamento assim, sem saber quando começou a valer? E se não valia antes, deviam ter avisado, você teria um peso muito menor nas costas. Se culpar por um encontro por acaso na fila do pão não é nada frente ao que ele fez. E agora? Como fica?
Ou se vive em negação ou só abstrairemos a um nível nunca antes visto na humanidade.
Todavia, porém, entretanto e alguns verbos de ligação, o drama sempre é bem maior que os fatos. (acho) 

*fim da música da banheira do gugu, os sabonetes se desfizeram na água, demorou demais pra pegar*

quarta-feira, 24 de abril de 2013

O dia que eu comecei a escrever pro Pêssega.

Gente, preciso avisar uma coisa pra vocês.
Faz tempo que o blog anda desatualizado, quer dizer, muito tempo. Isso tem um motivo bem plausível, não me crucifiquem ainda. 
No fim de abril eu participei de uma seleção pra fazer parte de um blog. O blog fala sobre arte em geral, isso inclui música, arquitetura, pintura, desenho, cinema...Tudo rs
Pois bem, mandei uma crônica minha sobre a páscoa e por mais incrível que pareça eles me aceitaram.
Pode isso, produção?

Então, desde o fim de abril to escrevendo pro Pêssega d'Oro.
Eu assino minhas postagens e vocês tão acostumados com o jeito que eu escrevo, então é fácil reconhecer. rs
Enfim, to escrevendo pra um blog que tem quase 40 mil seguidores no facebook, é algo a se pensar.
Obrigada por cada visualização no teimoudevir todos esses anos, mesmo que não houvessem tantos comentários, foi pela resposta que eu obtive aqui que eu resolvi tentar escrever pra lá.
Vocês foram lindos, sinceramente.

Por enquanto eu não vou apagar o teimou de vir, até porque preciso dele pra expor minhas agonias sem precisar ser linda.
hahaahahah

Qualquer coisa tem o tumblr, o twitter, a vida toda pra me achaar nas internê. Vou postar aqui de vez em quando, sem choro, pfvr.
Segue lá no Pêssega, apesar de terem me aceito a galera lá é bem boa
hahahaahah

beijos, meus teimosos.

~amor em forma de lontra~


terça-feira, 12 de março de 2013

Avaliação Garnier 6.6

Oi, pessoas... Pois bem, continuo na saga ruiva e esse mês, com as raízes enoooormes, resolvi pintar o cabelo as três da manhã. Como toda vez que pinto o cabelo de madrugada...fica um lixo. rs
A última cor do meu cabelo era a Yamá 8.66 e dps um tonalizante da que me fugiu o nome da memória agora, mas foi um fiasco então nem importa muito rs. Enfim, meu cabelo tava com os resquícios do acobreado da Koleston 77.44, descobri que só a Koleston salva. Super recomendo...
Enfim, dai pintei agora com a Garnie 6.6, que fica passando aí nos comerciais da globo...


Vermelho intenso...vibrante, certo?
Errado.
Pintei e de primeira meu cabelo ficou muito escuro, um vinho bem fechado...Depois de duas lavagens (e muitas toalhas, travesseiros e roupas manchadas) a cor tá igual a essa da fotografia. Dá pra notar que é um ruivo bem fechado.

Andei lendo por ai e vi que a Garnier desbota bem rápido...e é verdade. Até agora tem soltado MUITA tinta. Acho que foi a que mais soltou tinta até hoje... A Koleston foi a que soltou menos.
O cheiro é bem tolerável, a aplicação é que nem as outras... Usei duas caixas e achei a quantidade por caixa bem pouca. Custou uns 9 reais cada caixa, nas americanas.

Minha próxima tintura já tá comprada... To decidindo qual tinta misturar com essa:


Kostume Kolor, laranja.

Torcendo pra Garnier sair logo do meu cabelo.

Bjsmil.

domingo, 10 de março de 2013

É só mais uma crônica sobre relacionamentos e racionamentos.


  Somos muito mais sinceros falando de amor pra qualquer outra pessoa que não seja o nosso objeto de amor. É muito mais fácil dizer pra sua amiga, enquanto faz as unhas, o que você ama no seu namorado, marido... É muito mais fácil contar em uma conversa banal depois de um ‘o que gosta nele?’ ou ‘vocês são felizes?’ o quanto você gosta do fato de, apesar de dormir de conchinha só ser uma opção pros primeiros cinco minutos depois de resolverem dormir, você adora o fato de os pés dele sempre se juntarem aos seus, em um encaixe que é assustadoramente carinhoso. Pés deveriam se encaixar tão bem assim? É mais fácil dizer isso pra um semi estranho do que pra ele.
              A cada vez que se diz ‘eu te amo’ a expressão vai desgastando, vai perdendo o sentido...Mas é tão bom dizer isso, é bom para além da esperada recíproca. ‘Eu te amo’ significa mais, significa ‘eu amo o cheiro do seu rosto’ ou ‘eu amo todos os sinais que você tem pelo corpo e rezo pra que eles nunca virem um câncer e prometo vigiar cada um deles, sabe, por precaução’ ou coisas como ‘eu amo como você abre a porta do carro para mim e vai entrar pela outra porta pra que eu não tenha que me arrastar no banco, apesar de que eu acho isso uma perca de tempo isso, você pode entrar pela mesma porta que eu’.
               O problema de dizer que se ama alguém é que, mesmo que da primeira vez você não tivesse tanta certeza que aquilo era amor, a partir do momento que essas palavras foram ditas elas inexplicavelmente sai correndo pela sua boca, sem controle.  É nesse ponto que você se vê dizendo ‘eu te amo’ ou ‘eu amo você’ e tentando achar variações pra essa frase porque ela tem de ser dita, ela necessita, você necessita que as palavras sejam ditas.  E de repente você se vê dizendo essas palavras em no meio da pergunta ‘vamos comer o que hoje?’. Alguns chamariam isso de ‘karma das palavras não ditas’,ou não,  depois de dizer elas vão te infernizar querendo descontar o tempo perdido.
             E quando você diz que o ama pra outra pessoa, a pessoa parece não acreditar. De onde surgiu essa descrença no amor? Eu sei bem, não precisa me dizer. O que acontece é que é por conta dessa descrença que você começa a enumerar uma serie de coisas que pra você são extremamente amáveis naquela pessoa. Coisas que antes você nunca imaginaria gostar, agora você está sentindo falta só de imaginar a separação. Como viver sem aquela mancha no dedo do pé? Como viver sem a risada estranha que se tornou tão próxima, tão frequente? É, o mundo pode surpreender às vezes e é logo depois de mais uma dessas sessões de descrição minuciosa sobre coisas que te fazem amar quem você ama que você percebe o quanto precisa dizer aquilo pra pessoa certa. Mas você não diz. O momento em que você resolve expor essas coisas é justo na hora da briga, quando você já usou seus argumentos e está tendo o árduo trabalho de lembrar a ele o quanto você o ama, o quanto vocês se amam, por um medo bobo e infantil de ele ter esquecido tudo entre o ultimo balançar de cabeça e a penúltima palavra cortada ao meio. Ele não esqueceu, ninguém esqueceu, mas todas as declarações de amor as sutilezas dele que você se apegue nesse momento não vão surtir efeito, não vão soar como verdade, vai parecer mais desespero. 
              Você percebe isso e vê quanto tempo perdeu escondendo essas declarações pra si, pensando nisso enquanto ele falava sobre qualquer coisa ou só olhava a internet arrumando argumentos pra próxima discussão intelectual que ele com toda certeza terá e você vai estar lá orgulhosa observando. Infelizmente agora também não é hora, muito pouco tempo se passou desde a última discussão, as coisas ainda estão se acomodando, como se os móveis estivessem sido afastados da sala pra que fosse montado um ringue, os móveis são pesados, vai demorar um pouco pra por no lugar. Contudo, depois que os móveis voltarem ao lugar, o sofá for tão aconchegante como antes e o peito formar  o descanso perfeito pra sua cabeça novamente, você vai pensar em fazer todas aquelas declarações, só pensar, é claro, porque você sempre cai no mesmo erro e vai ficar novamente amando os pequenos detalhes em silencio, admirando até o duvidoso gosto por músicas com fundo revolucionário que passaram pelos fiscais da censura nos tempos da ditadura. Há tantas músicas boas pra ouvir, porque diabos insistir naquele homem cantando sobre a banana e o bananeiro? É claro que você o ama, mas talvez ele não precise ouvir os mínimos detalhes, isso pode assustar alguém, ou pelo menos é isso que você acha.



terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Coisas que você está fazendo errado: cosplay de ex.

Fala, minha gente!

De boa?
Daquele jeito, né?  Eu sei.

Hoje é inaugurada uma nova série nesse blog caprichoso boi bumbá.
COISAS QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO ERRADO
assim, e caps loko mesmo.

Eu fico quieta em pelo menos 20% das vezes que vejo gente fazendo coisa errada.
Sim, só 20%

Nas outras vezes ou eu intervenho sutilmente ou minhas expressões faciais me entregam. ¯\_(ツ)_/¯ 
Essa nova série no blog é inaugurada entre outras coisas pra que eu diga que que ta errado nesse mundo e nossa, para com isso, mia gente.

Hoje vamos falar de uma coisa, bem séria, inclusive...E lá vamos nós....

COSPLAY DE EX

Sim, você leu bem. Cosplay de ex.
Calma, não to dizendo que você se transforma no seu ex (apesar de eu já ter visto isso acontecer, vi sim, tá tudo gravados nas fitas).
O cosplay de ex que eu to falando é outro, é quando você tenta transformar o seu atual namorado/fica/ploc/lescolesco no seu antigo namorado/fica/ploc/lescolesco.

Sentiu o drama? Sentiu? Foda, hein?

Isso acontece quando a pessoa tenta forçar o atual a ser como o ex e isso pode ocorrer em diversos aspectos do sujeito. Cabelo, gosto musical, hábitos literários, preferencias sexuais, depilação (????)
É compreensível que se tenha um gosto relacionado a sujeitos para se relacionar. Todo mundo tem suas preferencias, mas os sujeitos que eu tento expor aqui extrapolam essa lógica. Fazem o verdadeiro cosplay.

Pra você que até agora não entendeu o que é cosplay:

Cosplay コスプレ kosupure ? ) , abreviação de "Costume Play", é um tipo de arte performática em que os participantes usam trajes e acessóriospara representar um determinado personagem ou idéia.

beijão, wikipédia.

Entendidos sobre isso acho que já deu pra perceber o despropósito que é alguém tentar que o atual faça cosplay de ex. É feio, é chato, é constrangedor e além disso me faz morrer de vergonha alheia.
Não faça isso comigo, eu tenho um problema sério de vergonha alheia, me arrepio toda, escondo a cara na roupa, é terrível.
Se você por acaso não superou o ex, curte muito o estilo, faz um santuário, pô. Manda fazer poster e poe no quarto, manda imprimir a cara dele em um sex toy, mas não faça isso com o atual namorado/fica/ploc/lescolesco.
Até porque, eu sei, você sabe, sua vizinha sabe, o cosplay dificilmente fica melhor que o original.

Essa foi a dica. Estamos de olho. Qualquer coisa, quiser chorar, chora na cama que é lugar quentinho.